Minha experiência Schwarzkopf - Parte II


Antes de continuar a contar Minha experiência Schwarzkopf, quero registrar meu sentimento de gratidão em relação aos professores, especialmente ao professor Marcos, pela enorme paciência. Dito isto, ao longo dos cinco meses de formação, também vimos conteúdos específicos sobre mechas - e, portanto, separei alguns apontamentos que me despertaram a curiosidade. Além disto, ao final, realizamos uma prova escrita e desenvolvemos um trabalho de conclusão sobre todos os conteúdos vistos, acompanhe-me para saber mais!

Como citei anteriormente, separei um espaço para alguns apontamentos sobre técnicas de mechas. Durante todo o curso realizamos aulas práticas e teóricas, e na teoria aprendemos com profundidade novos desenhos e como realizar diversas técnicas para mechas. Estudamos o caimento do cabelo, a combinação de cores e, também, a harmonia estética entre o formato da cabeça e a secção de mechas (conforme representado na imagem acima). Destaco que, todas estas aulas, teóricas e práticas, eram norteadas com informações sobre tendências de beleza.

A parte prática sobre mechas também tornou-se desafiadora. Em alguns momentos, realizamos a aplicação de técnicas em cabeças de manequim, em outros, aplicamos uns nos outros, e, não raro, combinamos mais de uma técnica por cabeça. O que despertou minha curiosidade e meu interesse foi exatamente esta possibilidade de mesclar técnicas e saberes para construir o respectivo exercício proposto pelo professor.

Nas últimas aulas realizamos uma prova escrita e, também, desenvolvemos um trabalho final. Somei o que aprendi com o conhecimento dos representantes comerciais que faziam parte do meu grupo. Nossa apresentação final envolveu a cartela de cores da Schwarzkopf e os tipos de tintura nela apresentados, bem como seus respectivos oxidantes.

Todos os grupos foram avaliados pelos professores e pela colega cosmetóloga Thays Dalla-Bona, que acrescentou importantes comentários ao trabalhos de conclusão.

Também na apresentação final, comprovamos os resultados através de pequenas amostras de cabelo tingidas com várias marcas existentes no mercado. No comparativo de amostragem, o resultado obtido com os produtos Schwarzkopf se destacou significativamente dos obtidos com produtos concorrentes, o que, por sua vez, tornou válido todo o estudo realizado, até aqui, sobre a colorimetria.

Outro resultado obtido me surpreendeu. Eu acreditava, piamente, que a cor preta clarearia com a força do oxidante. Ou seja, um tom preto misturado ao oxidante 10 volumes seria diferente do tom de preto obtido com a mistura do mesmo e o oxidante 40 volumes. Dei o braço a torcer! A cor preta continua preta independente do seu oxidante, conforme a afirmação do professor Marcos durante as aulas.

Assim, considero Minha experiência Schwarzkopf uma jornada incrível e muito bem sucedida! Não apenas pelos conteúdos vistos e revistos - corte, cor, penteados, mechas - mas, também, pelas amizades e parcerias construídas no centro de formação Schwarzkopf em Curitiba.

Espero ansiosa pelas próximas oportunidades de aprender! E recomendo para todos os interessados que realizem o curso, pois ele só somou ao meu dia a dia (e da minha equipe) no salão de beleza.

Com carinho,

Inês

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